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domingo, 10 de novembro de 2013

Flores Partidas


Don Johnston é um melancólico solteirão de 50 anos que recebe uma carta em papel rosa anônima de uma mulher que diz ter sido uma ex-namorada e que os dois tem um filho de 19 anos. Don, incentivado por seu vizinho e amigo, sai numa busca pelo interior dos EUA em busca do paradeiro de quatro mulheres com quem manteve relacionamentos anos atrás. Ao encontrá-las, cada uma terá uma surpresa que o fará confrontar o seu passado. As pessoas mudam conforme o tempo se passa, e Don sentirá isso na pele ao remexer em suas lembranças.

Título Original: Broken Flowers
Ano de Lançamento: 2005
Direção: Jim Jarmusch
País de Produção: EUA
Idioma: Inglês
Duração: 106 min.
Formato: AVI
Tamanho do Arquivo: 691 MB
Legenda: PT/BR (Separada)


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13 comentários:

João Inácio disse...

Ainda que bem acostumado (e apreciador, principalmente) do estilo lacônico/frio de Jim Jarmusch (simplesmente adoro Daunbailó e Estranhos...), este "Flores Partidas" foi uma enoooooorme decepção para mim. Se salvam a trilha sonora maravilhosa, Sharon Stone maravilhosa e a curiosa ponta de Tilda Swinton, irreconhecível como uma típica "white trash" do interiorrrrrr dos EUA. Muito pouco para uma lenda indie como Jarmusch.

João Inácio disse...

Para quem quiser se iniciar no mundo daquele que foi uma das maiores esperanças do cinema independente dos Estados Unidos, recomendo "Uma Noite Sobre a Terra", filme que aliás muito frequentou as madrugadas da Band...

Yagami disse...

Conheci Jim Jarmusch a partir desse filme, e acho que por isso não pude compará-lo com os filme mais antigos do diretor, o que me talvez tenha me feito gostar do filme. Tenho uma enorme simpatia por Bill Murray e foi divertido assistir o filme numa noite de sábado chuvosa. E também achei Tilda Swinton irreconhecível. Se não tivesse visto o nome dela nos créditos iniciais do filme, nem teria percebido que era a coitada...

Noodles disse...

Mais Jim Jarmusch no Sonata:

http://sonatapremiere.blogspot.com/2012/07/daunbailo-down-by-law.html

Participa em:

http://sonatapremiere.blogspot.com/2012/08/dez-minutos-mais-velho-o-trompete_21.html


Daniel Medeiros disse...

Yagami, o meu caso é o mesmo que o seu; este foi o primeiro que assisti do Jarmusch também, só depois vim a conhecer outros trabalhos dele, mas aí já era tarde, a boa impressão do filme permaneceu. rs

Aliás, assisti este filme há alguns anos na Mostra Internacional de Cinema da Cultura, que infelizmente aqui para nós do Sul não é mais apresentado! - ou estou equivocado, João? Acho que não, né?

Ah, em tempo: A Tilda Swinton passou lotadinha por mim, inclusive nos créditos. rsrs

João Inácio disse...

Daniel, muuuuuuuita coisa boa vi na - para os gaúchos ao menos - falecida Mostra de Cinema da Cultura. Hoje a TVE - RS tem uma programação que, além de pobre em termos culturais e técnicos, inclusive; não passa, na maior parte das vezes como tentativa malograda de propaganda estatal. Alguns poucos bons programas sobrevivem, como o Primeira Pessoa, com a Ivete Brandalise, o DOC TV (mas tb passa muita bosta ali) e um que outro programa de música popular, erudita e indie rock.

Já os telejornais são descaradamente chapa-branca, como nunca o foram (e sei exatamente do que estou falando). Desses últimos, fuja! rsrsrs

Quanto a Tilda Swinton, eu pensava ao longo do filme "quando é o raio que essa mulher vai aparecer?" Rsrsrsrs. Como me decepcionei com o filme, não o revi, mas acho (ACHO, não tenho certeza, hein) que até com os dentes podres o personagem dela está, cabelos ruivo-escuros compridos, roupa suja, casa podre.... Não era para reconhecer mesmo rsrsrsrs

Abs!

Yagami disse...

Eu acho que ela aparece com o cabelo preto comprido... não me liguei nos dentes podres dela.
Mas achei ela mais gordinha, já que costuma ser tão magriscela. rs

João Inácio disse...

Pois é, o cabelo está escuro, ela está gordinha sim e parece um cão raivoso quando sai de dentro de casa para, literalmente, atacar o coitado do Bill Murray, falando um monte de "Fócking, Fócking" (sotaque muito estranho, hehehe), como se não bastasse, a arma e cara de nenhum amigo rsrsr

.Daisy Serena. disse...

Assisti esse final de semana, fiquei instigada com o debate, bom ruim bom ruim, rs.
Eu comecei a assistir daunbailo uma vez, mas não estava no clima, então, esse foi o meu primeiro Jarmusch, e eu gostei. Não achei nada demais, nem mto aprofundado, mas a empatia de Bill Murray em personagens melancólicos e silenciosos ( lost in translation) conquista qualquer um.

miltond disse...

A cena que usaram num comercial de uma tv a cabo é otima.
Bill Murray é um ótimo sonífero.

Rocha (Rio) disse...

Flores Partidas parece ser um filme despretensioso, mas é crítico, irônico e inteligente.

Parece ser muito diferente de Daunbailó e Estranhos no Paraíso, mas no fundo são os mesmos personagens desenraizados, alienados, em crise de identidade e de comunicação. Quem vai salvá-los é um outro “multicultural”: o italiano tagarela, a prima húngara, o vizinho negro etíope.

Uma forma de verificar nosso grau de empatia com um filme: rever, rever e rever. Flores Partidas passou no teste: dá vontade de agendar uma sessão por mês. Nesse caso ficou empatado com Daunbailó e Estranhos no Paraíso.

Seu ritmo é envolvente: as conversas com o vizinho, alguns detalhes do cotidiano, a música (Mulatu Astatke), os deslocamentos, a surpresa de cada reencontro com uma ex-namorada, a volta para casa.

Jarmusch atuou no elenco de dois filmes dos anos 1990 que foram exibidos no Brasil: “Sem fôlego” (continuação de “Cortina de fumaça”) e “Tigrero: um filme que nunca foi feito”, um documentário de Mika Kaurismaki filmado na Região Norte brasileira, à beira do rio Araguaia.

Vejo Jarmusch como o Tom Waits do cinema; e Waits, o Jarmusch da música.

João Paulo disse...

Só eu que achei esse filme chatíssimo uma cura pra insônia?

Noodles disse...

Bem,
Miltond já tinha afirmado o mesmo..
Mas tem quem goste muito...

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