Georges e Anne já passaram dos oitenta anos e tentam lidar com a proximidade da morte. São Professores de música aposentados e têm uma filha (Isabelle Huppert) que mora fora do país. Certo dia, o inevitável acontece: Anne passa mal e, após uma delicada cirurgia, fica parcialmente paralisada. É então que o amor que um sente pelo outro passa a ser testado.
Título Original: Amour
Ano de Lançamento: 2012
Direção: Michael Haneke
País de Produção: França / Alemanha
Idioma: Francês / Inglês
Duração: 127 min.
Formato: AVI
Tamanho do Arquivo: 1,65 GB
Legenda: PT/BR, Ing (Separadas)
Ano de Lançamento: 2012
Direção: Michael Haneke
País de Produção: França / Alemanha
Idioma: Francês / Inglês
Duração: 127 min.
Formato: AVI
Tamanho do Arquivo: 1,65 GB
Legenda: PT/BR, Ing (Separadas)

30 comentários:
O mais recente do Haneke, para dilacerar um pouco a alma.
O mais esperado do ano!
Mais Michael Haneke no Sonata:
http://sonatapremiere.blogspot.com/2012/07/o-castelo.html
http://sonatapremiere.blogspot.com/2012/07/o-tempo-do-lobo.html
http://sonatapremiere.blogspot.com/search/label/Especial%20Director%27s%20Sunday
Finalmente a espera acabou!
Lamash, o que dizer??
Vale um singelo obrigado?
OBRIGADO!!, e sem mais.
Abs
Valeu, Daniel!
Nossa..........MUITO OBRIGADO!
Disponha, Original.
danke
Que excelente filme! Um Haneke como nunca se viu.
Aliás, como poucas vezes se viu é a maneira com que o tema "Amor" é trabalhado aqui. Perdi as contas de quantos "me desculpe", "lamento", "sinto muito" e mais uma infinidade de "obrigados" e "não tem de quê" aparecem ao longo do filme. Típica formalidade francesa. Mas o amor não está também nas formas, nas aparências? E ainda: é possível de fato alcançá-lo de outro jeito? É possível senti-lo quando as palavras já não fazem sentido? Como preservá-lo senão matando radicalmente a completa falta das aparências, da superficialidade?
Merecidíssima Palma de Ouro!
Bitte
Na mosca!
Schôn!
Primeiro, faço minhas as tuas palavras, Daniel. Concordo totalmente, não parece de forma alguma um filme do Haneke (não por não ser bom, o filme é ótimo, mas estamos num terreno que tem sido, até o momento, estranho à filmografia do diretor austríaco).
É chocante ver o personagem de Riva, bem como a própria. Afinal, ainda que tenha feito alguns filmes esparsos ao longo dos anos (lembro especialmente de "A Sombra de uma Dúvida", dos anos 90, em que ela já está bem idosa e fazendo papel de avó, aliás, grande filme esse), acho que a imagem dela em Hiroshima, Meu Amor está meio que congelada na memória coletiva de todo o cinéfilo que se preze.
Bem, eu teria muitas coisas a dizer sobre este filme, mas não sei se devo ou consigo. Ainda que seja delicadíssimo, como bem observou o Daniel, para mim foi um filme algo excruciante de se assistir.
A interpretação de Huppert me assustou um pouco, porque vi uma espécie de versão feminina minha, inclusive no gestual.
Um dos grandes filmes dos últimos tempos.
Ontem arranjei um tempinho para ver.
As expectativas eram muitas e felizmente não sairam logradas.
Uma história que parece simples mas é bela mesmo nos seus momentos mais difíceis.
Fabulosa actuação dos 2 actores ah e não esquecer que conta com a participação da atriz portuguesa Rita Blanco :)
Pois é..
a "nossa" Rita Blanco.
Impossivel não gostar desta mulifacetada atriz, sendo que a sua veia de recalcitrante comédia é a mais deliciosa.
Este 2012 é a sua definitiva e merecida consagração.
O papel de porteira(zeladora)portuguesa num prédio de Paris é do mais habitual e espetável..
A honra, só para alguns...
O filme?
ainda vou ver...
Ótimo filme, ótimos comentários.
Ainda estou extasiado demais para dissertar sobre qualquer coisa.
"Dedico este prêmio à minha esposa, que me atura há 30 anos", disse Haneke, explicando que Amour é "uma ilustração" da promessa que fez com a esposa, caso um deles enfrente uma situação semelhante.
Encontrei esse comentário do Filmow... será que é verdade? Se for, é lindo!
O que eu sei é que o ponto de partida do filme foi uma história familiar vivida pelo próprio Haneke alguns anos atrás (especulando: acho que a morte dos pais dele). Mais, eu não sei, não.
A incomensurável crueldade do tempo
Que corroe dores e sonhos
E Infantiliza o abastecido de certezas
Não cessa de mostrar a finitude tão combatida
Pela necessidade da permanência ingênua
A mão que pôs fim ao fim (dele ou do outro) não é outra coisa senão a mais dignificante demonstração de quão humanos somos capazes de ser
Sou menos depois desse filme: menos matéria escorrida pelas lágrimas sinceras
Sou mais ao fim desse filme: alma mais abastecida pela angústia do devir
Muito obrigado a todos vocês!
Nós é que agradecemos a sua presença e o seu comentário, Marcos.
Forte abraço!
Vocês são sensacionais! Fã incondiconal deste blog desde que conheci! ;)
ai... nennum link funcionando tb... e agora???
Christiane,
Obrigado por alertar.
Bem,
o torrent está funcionando e tem muitos seeds..
tentaremos um novo Servidor ainda hoje..
vou tentar o torrent então... obrigada...
Lamash já colocou novos links.
Muito obrigado por mais esse filme!
Linkin está quebrado
Obrigado
Lamash vai tentar hoje.
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