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domingo, 13 de julho de 2014

Amour


Georges e Anne já passaram dos oitenta anos e tentam lidar com a proximidade da morte. São Professores de música aposentados e têm uma filha (Isabelle Huppert) que mora fora do país. Certo dia, o inevitável acontece: Anne passa mal e, após uma delicada cirurgia, fica parcialmente paralisada. É então que o amor que um sente pelo outro passa a ser testado.

Título Original: Amour
Ano de Lançamento: 2012
Direção: Michael Haneke
País de Produção: França / Alemanha
Idioma: Francês / Inglês
Duração: 127 min.
Formato: AVI
Tamanho do Arquivo: 1,65 GB
Legenda: PT/BR, Ing (Separadas) 
 
Exibir Trailer ▼▲

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30 comentários:

Lamash disse...

O mais recente do Haneke, para dilacerar um pouco a alma.

kleen disse...

O mais esperado do ano!

Noodles disse...

Mais Michael Haneke no Sonata:

http://sonatapremiere.blogspot.com/2012/07/o-castelo.html

http://sonatapremiere.blogspot.com/2012/07/o-tempo-do-lobo.html

http://sonatapremiere.blogspot.com/search/label/Especial%20Director%27s%20Sunday

Yagami disse...

Finalmente a espera acabou!

Daniel Medeiros disse...

Lamash, o que dizer??

Vale um singelo obrigado?

OBRIGADO!!, e sem mais.

Abs

Lamash disse...

Valeu, Daniel!

Original Nikiti Style disse...

Nossa..........MUITO OBRIGADO!

Lamash disse...

Disponha, Original.

dunha disse...

danke

Daniel Medeiros disse...

Que excelente filme! Um Haneke como nunca se viu.
Aliás, como poucas vezes se viu é a maneira com que o tema "Amor" é trabalhado aqui. Perdi as contas de quantos "me desculpe", "lamento", "sinto muito" e mais uma infinidade de "obrigados" e "não tem de quê" aparecem ao longo do filme. Típica formalidade francesa. Mas o amor não está também nas formas, nas aparências? E ainda: é possível de fato alcançá-lo de outro jeito? É possível senti-lo quando as palavras já não fazem sentido? Como preservá-lo senão matando radicalmente a completa falta das aparências, da superficialidade?

Merecidíssima Palma de Ouro!

Lamash disse...

Bitte

Lamash disse...

Na mosca!

Noodles disse...

Schôn!

João Inácio disse...

Primeiro, faço minhas as tuas palavras, Daniel. Concordo totalmente, não parece de forma alguma um filme do Haneke (não por não ser bom, o filme é ótimo, mas estamos num terreno que tem sido, até o momento, estranho à filmografia do diretor austríaco).

É chocante ver o personagem de Riva, bem como a própria. Afinal, ainda que tenha feito alguns filmes esparsos ao longo dos anos (lembro especialmente de "A Sombra de uma Dúvida", dos anos 90, em que ela já está bem idosa e fazendo papel de avó, aliás, grande filme esse), acho que a imagem dela em Hiroshima, Meu Amor está meio que congelada na memória coletiva de todo o cinéfilo que se preze.

Bem, eu teria muitas coisas a dizer sobre este filme, mas não sei se devo ou consigo. Ainda que seja delicadíssimo, como bem observou o Daniel, para mim foi um filme algo excruciante de se assistir.

A interpretação de Huppert me assustou um pouco, porque vi uma espécie de versão feminina minha, inclusive no gestual.

Um dos grandes filmes dos últimos tempos.

Helena Martins disse...

Ontem arranjei um tempinho para ver.
As expectativas eram muitas e felizmente não sairam logradas.
Uma história que parece simples mas é bela mesmo nos seus momentos mais difíceis.
Fabulosa actuação dos 2 actores ah e não esquecer que conta com a participação da atriz portuguesa Rita Blanco :)

Portugal disse...

Pois é..
a "nossa" Rita Blanco.
Impossivel não gostar desta mulifacetada atriz, sendo que a sua veia de recalcitrante comédia é a mais deliciosa.
Este 2012 é a sua definitiva e merecida consagração.
O papel de porteira(zeladora)portuguesa num prédio de Paris é do mais habitual e espetável..
A honra, só para alguns...

O filme?
ainda vou ver...


Lamash disse...

Ótimo filme, ótimos comentários.

Ainda estou extasiado demais para dissertar sobre qualquer coisa.

Yagami disse...

"Dedico este prêmio à minha esposa, que me atura há 30 anos", disse Haneke, explicando que Amour é "uma ilustração" da promessa que fez com a esposa, caso um deles enfrente uma situação semelhante.

Yagami disse...

Encontrei esse comentário do Filmow... será que é verdade? Se for, é lindo!

João Inácio disse...

O que eu sei é que o ponto de partida do filme foi uma história familiar vivida pelo próprio Haneke alguns anos atrás (especulando: acho que a morte dos pais dele). Mais, eu não sei, não.

Marcos Almeida disse...

A incomensurável crueldade do tempo
Que corroe dores e sonhos
E Infantiliza o abastecido de certezas
Não cessa de mostrar a finitude tão combatida
Pela necessidade da permanência ingênua
A mão que pôs fim ao fim (dele ou do outro) não é outra coisa senão a mais dignificante demonstração de quão humanos somos capazes de ser
Sou menos depois desse filme: menos matéria escorrida pelas lágrimas sinceras
Sou mais ao fim desse filme: alma mais abastecida pela angústia do devir
Muito obrigado a todos vocês!

Lamash disse...

Nós é que agradecemos a sua presença e o seu comentário, Marcos.

Forte abraço!

Frida disse...

Vocês são sensacionais! Fã incondiconal deste blog desde que conheci! ;)

Christiane Andrade disse...

ai... nennum link funcionando tb... e agora???

Noodles disse...

Christiane,
Obrigado por alertar.

Bem,
o torrent está funcionando e tem muitos seeds..

tentaremos um novo Servidor ainda hoje..

Christiane Andrade disse...

vou tentar o torrent então... obrigada...

Noodles disse...

Lamash já colocou novos links.

João Gilberto disse...

Muito obrigado por mais esse filme!

Paulo Graziano disse...

Linkin está quebrado

Noodles disse...

Obrigado
Lamash vai tentar hoje.

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