[ PRESENTE DE BIKUDO ]
Jacques Tati traz de volta o personagem Monsieur Hulot, que, com suas
coreografias cômicas encantadoras, passeia pela Paris pós-moderna dos
anos 60. Seu jeito inocente de observar as coisas acaba criando
confusões hilárias entre os turistas que visitam a capital francesa. O
filme é uma feroz crítica à arquitetura e aos costumes da
pós-modernidade, porém feita com muito humor. Esta é a mais cara
produção de Jacques Tati. Em Play Time, Tati construiu praticamente uma
cidade, com restaurantes, farmácias, prédios comerciais e até aeroporto.
Título Original: Playtime
Ano de Lançamento: 1967
Ano de Lançamento: 1967
Direção: Jacques Tati
País de Produção: França / Itália
Idioma: Francês / Inglês / Alemão
Duração: 115 min.
Formato: AVI
Tamanho do Arquivo: 1.02 GB
Legenda: PT/BR, Ing (Separadas)
País de Produção: França / Itália
Idioma: Francês / Inglês / Alemão
Duração: 115 min.
Formato: AVI
Tamanho do Arquivo: 1.02 GB
Legenda: PT/BR, Ing (Separadas)

12 comentários:
Playtime foi um daqueles projectos quase quiméricos que acabam por arruinar, ou quase arruinar, a vida dos seus autores.
Tendo demorado 9 anos a fazer, dos quais 3 a filmar, envolvendo a construção da cidade que ficou conhecida como Tativille, filmado em 70 mm e com som estereofónico (uma tecnologia muito recente na época), Playtime tornou-se o filme mais caro do cinema francês, à época do seu lançamento e para o completar Jacques Tati teve que se endividar fortemente. A ruína deu-se quando o filme foi um fracasso comercial. A esse facto não foi estranha a exigência de Tati de que o filme só fosse exibido nas condições ideais (70 mm e som estereofónico). Sem cópia em 35 mm, a maior parte dos cinemas não puderam exibir a película. Tati acabaria por ir à falência e teria, inclusivé, de vender a residência familiar e fazer anúncios para a TV, que noutras circunstâncias consideraria indignos.
Playtime é, no entanto, um grande filme e foi aclamado pela crítica, sendo considerado um dos melhores filmes de todos os tempos. Truffaut disse que o filme parecia vindo de outro planeta, onde os filmes eram feitos de outra maneira e o crítico norte-americano Noël Burch referiu que para ter uma clara percepção do filme era necessário visioná-lo várias vezes, cada uma de um lugar diferente, pois o filme tem, por vezes tantas coisas a acontecer em paralelo que é difícil percebe-las com um só olhar.
Vejam e disfrutem! (devemos isso ao JT...)
A propósito de Jacques Tati, tem no Sonata:
http://sonatapremieres.blogspot.com/2012/03/o-magico_5723.html
Entendido SP... e obrigado pela ajuda.
Poxa, eu achava que era o único do universo que se lembrava que um dia existiu o Jaques Tati.
Fiquei emocionado agora...
Amo esse filme, meu Jacques Tati preferido, além de uma crítica a sociedade moderna é uma obra-prima cinematográfica... parabéns pela postagem!
Olá Salma.
Já não a ouvia há uns tempos..
É..
agradecimentos ao Bikudo.
Pois é, sumi dos comentários e pedidos, mas venho visitar o blog todos os dias... e ainda espero encontrar por aqui o último filme que pedi: "A Vida é um Canteiro de Obras"! *.*
tivesse legenda...
Verdade, Salma.
Eu 'quase' prometi as legendas do Canteiro de Obras, não é?
O tempo corre, urge, as nossas vidas viram do avesso. Temos amigos agora mais aptos a legendar. A saga continua. Eu acredito que ela ainda virá.
Poxa, muito obrigada mesmo, gente... por isso que eu amo esse blog!
Vivo sonhando com o dia que eu vou entrar aqui e ver esse filme... ele passou esse ano em um festival de filmes alemães aqui em Belém, mas não consegui ir no dia, foi apenas uma sessão... aguardo por ele ansiosa, mas pacientemente! XD
Caro amigo Noodles, consegue o Trafic? Obrigado. Abraçaço
Um desses dias...
(Risos)
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