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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Pais e Filhos


Duas famílias completamente opostas, uma de comerciantes simples e outra rica e de modos finos, se veem envolvidas em um drama. Ambas possuem filhos de seis anos. O hospital em que nasceram os convoca para dizer que os garotos foram trocados no nascimento. Como desprezar o filho que amamos e trocá-lo pelo de sangue? Com temperamentos diferentes, os pais não sabem qual o melhor caminho para resolverem essa triste situação. Filme premiado em Cannes e São Paulo, 2013.

Título Original: Soshite Chichi ni Naru
Ano de Lançamento: 2013
Direção: Hirokazu Kore-Eda ou Koreeda
País de Produção: Japão
Idioma: Japonês
Duração: 120 min.
Formato: AVI
Tamanho do Arquivo: 760 MB
Legenda: PT/BR (Separada)


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Torrent Sonata Première

7 comentários:

kleen disse...

Mais Hirokazu Kore-Eda no Sonata Première:

http://sonatapremieres.blogspot.com.br/2012/11/o-que-eu-mais-desejo_5939.html

http://sonatapremieres.blogspot.com.br/2012/10/ninguem-pode-saber_8148.html

http://sonatapremieres.blogspot.com.br/2012/10/ainda-caminhar_52.html

http://sonatapremieres.blogspot.com.br/2012/04/boneca-inflavel_8060.html

kleen disse...

Um filme comovente.

evanjo leonel disse...

Koreeda é sempre comovente.
Parabéns ao Sonata pelo excelente trabalho!

kleen disse...

Obrigado, Evanjo.
Achei este filme uma pérola.
Quem tem filhos sentirá tristeza e sensação de impotência diante da situação narrada.
Abraço.

kleen disse...

Belo texto:

http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,a-luz-de-kore-eda-e-a-beleza-dolorida-de-pais-e-filhos,1092284,0.htm

Sonata Première disse...

Excerto (com a devida autorização) da critica de Marília Tasso no Pitada de Cinema Cult.
Para consultar o texto completo acedam:

http://pitadadecinema.blogspot.com/2015/04/pais-e-filhos-soshite-chichi-ni-naru.html

""Pais e Filhos" (2013) de Hirokazu Koreeda (Boneca Inflável - 2009) questiona os laços de sangue, algo que damos tanto valor e que na verdade diz tão pouco, até porque o amor e o carinho nasce por diversos aspectos.(...) A maneira com que o longa compara as duas famílias é interessante, pois demonstra o quão importante na vida é manter-se consciente do que está passando para o filho, por exemplo, Ryota vinha de uma criação complicada, sua mãe abandonou o lar por motivos dos quais não são explorados pela história, e seu pai acabou se casando novamente, tempos depois ele foge e quebra o vínculo com a família, isso reflete no como cria Keita, sob punhos de aço, querendo que ele seja um campeão aos cinco anos de idade, não deixando ele ser uma criança. Já Yudai permite que seus filhos brinquem, baguncem, sejam eles mesmos, não pressiona, pois o tempo de fazer escolhas chegará, além de conseguir expressar amor, coisa que Ryota não faz. Os meninos são diferentes entre si, Keita é tímido e ainda vive na inocência, Ryusei (Shogen Hwang) é mais ativo, esperto e questionador.
As famílias vão se organizando e convivendo com seus respectivos filhos, mas o fato é que o laço de sangue não importa, todo mundo sofre. O que foi feito está feito, nada será como antes e o melhor a fazer é lidar com a situação de forma menos egoísta possível, pensando nas crianças. As sutilezas expostas nos emocionam, é completamente real a situação retratada. (...) O longa reflete sobre o quão importante é saber que dar coisas materiais não significa amar, o maior presente é o tempo, pois mais a frente quando eles se tornarem adultos lembrarão somente dos momentos, como um belo fim de semana acampando, pescando, um sorriso, uma brincadeira, um abraço extremamente afetuoso, uma conversa, enfim, detalhes, miudezas que fazem toda a diferença na formação de um ser humano.
Cada vez menos se convive com os filhos, são inúmeros meios de entretê-los e quando se reúnem a frieza toma conta, é cada um no seu canto, o afeto, o 'eu te amo' é raro. Justamente por isso que é tão gostoso ver a família de Yudai, eles cultivam a simplicidade e a relação se torna descomplicada e natural. "Pais e Filhos" é belíssimo e serve como reflexão para nos fazer enxergar o que realmente importa para uma criança, questionar laços de sangue e também para valorizar as pequenas coisas cotidianas.
As pessoas vivem estressadas e acabam por descontar em alguém, quase sempre nos filhos e não pensam no que isso pode acarretar, talvez esse filho no futuro faça isso com seu próprio filho e assim por diante. É piegas dizer que o amor continua sendo o caminho mais fácil, mas é a pura verdade, só assim os caminhos se tornam um só e a dificuldade desparece."

Noodles disse...

E mais:

http://sonatapremieres.blogspot.com/2014/05/maborosi-luz-da-ilusao.html

http://sonatapremieres.blogspot.com/2014/05/depois-da-vida.html

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