Ao se reencontrarem por acaso em uma viagem à Paris após oito anos de separação, dois amantes despertam um sentimento adormecido. Mas agora tudo está mudado: as novas famílias de ambos os esperam. No pouco tempo que lhes restam juntos, vão tentar desfrutar do sentimento que ficou em aberto, até o grande momento do inevitável sacrifício do adeus.
Título Original: For Lovers Only
Ano de Lançamento: 2010
Direção: Michael Polish
País de Produção: EUA / França
Idioma: Inglês / Francês
Duração: 87 min.
Formato: AVI
Tamanho do Arquivo: 1.2 GB
Legenda: PT/BR (Separadas)
Ano de Lançamento: 2010
Direção: Michael Polish
País de Produção: EUA / França
Idioma: Inglês / Francês
Duração: 87 min.
Formato: AVI
Tamanho do Arquivo: 1.2 GB
Legenda: PT/BR (Separadas)

6 comentários:
Pretendo morrer com mais de 90 anos e acho que nunca vou conseguir entender a capacidade que algumas pessoas têm de descartar tão facilmente aqueles que as amam ou que foram amados por elas um dia. Mesmo que às vezes haja uma acentuada disparidade de sentimentos que transpõem a nossa relação com os Outros, o fato de sermos verdadeiramente amados por alguém já não seria um evento digno de um mínimo de consideração? Como é possível desmerecer todo um relacionamento (seja ele amoroso ou não) em decorrência de um final malogrado? E os bons momentos, as juras, os planos, os sorrisos... será que tudo deixa de valer a pena quando começamos a perceber que o Outro não se molda à nossa maneira? De onde nasce tanto desprezo?
Pode até parecer, mas isso não é bem uma crítica. Apenas gostaria de entender. Para ser sincero, talvez eu até sinta admiração, quem sabe inveja, por essas pessoas. Pois nesses tempos onde reina o imediatismo, me parece que a indiferença tornou-se uma virtude, e o esquecimento: uma dádiva. Ou provavelmente as coisas sempre foram assim. É necessário aprender a congelar o coração para amenizar a dor.
Por isso mesmo, dedico essa postagem não aos abandonados, mas a todos aqueles que insistem em nos abandonar. Àqueles que pelejam para mudar as nossas vidas e logo em seguida mudam de nós sem remorso. Aos que não nos deixam esquecer que nunca se deve confiar no futuro.
Mais Michael Polish no Sonata:
http://sonatapremieres.blogspot.com/2012/11/amor-em-dobro_624.html
baixando o filme mais pelo que lamash escreveu do que pela sinopse em si. vamos ver...
Agradecido, LECH!
Este filme foi repostado há dois dias (estava com o link off), mas aquele comentário foi escrito em Janeiro de 2013, na altura da primeira postagem. Você vai ver que não há muita relação entre o filme e as minhas palavras. Talvez o tema em comum. Aquilo foi, na verdade, a exteriorização de uma inquietação que eu guardava naquela época. É engraçado poder ler isso um ano e meio depois...
Abraços!
“Nesse nosso mundo onde tudo fenece, tudo perece, há uma coisa que se deteriora, que se desfaz em pó até de forma mais completa, deixando para trás ainda menos traços de si do que a beleza: a saber, a dor”. Proust
Encontrei-os a pouco tempo, no momento preciso. Muito grata!
Bem vinda, Rita.
Fique e fale conosco durante muito tempo....
Postar um comentário